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Feridas e Viabilidade Tecidular - Mestrado 2010-2012 PDF Imprimir e-mail
05-Jul-2008

feridas_capa.jpgCom início em Outubro de 2010.

Destinatários:
Atendendo a que este domínio de actividade assistencial decorre num ambiente pluridisciplinar, entende-se que também os participantes devem espelhar essa realidade, pelo que os destinatários são os Médicos, Enfermeiros e outros profissionais de saúde, titulares de licenciatura (ou equivalente legal(, que exerçam ou pretendam vir a exercer actividades em prevenção e tratamento de feridas.

Organização e Estrutura:
O curso de Mestrado tem a duração de 2 anos com 120 ECTS. O primeiro ano é constituído por uma componente lectiva presencial de 60 ECTS, em que são leccionadas as unidades curriculares específicas da formação em feridas e Viabilidade Tecidular.
O 2º ano é constituído por 60 ECTS, 15 dos quais teórco-práticos, dedicados às metodologias de investigação e os restantes 45 à elaboração de uma dissertação original de natureza científica, de um projecto, ou de um estágio e respectivo relatório.

Após a conclusão do 1º ano, os alunos poderão requerer o certificado de Pós-graduação em Feridas e Viabilidade Tecidular.

Local de funcionamento:
Universidade Católica Portuguesa -Lisboa e Porto

Horário e calendário:
5ª feira a sábado, numa única semana de cada mês, de Outubro de 2010 a Julho de 2011 (1º ano)
 

imagemfolheto_mfvt.jpgCalendário:

Candidaturas - até 25 de Junho
Lista de seriação - 24 de Julho
Matrículas - 26 a 31 de Julho
Preenchimento de vagas sobrantes - a anunciar, após 23 de Agosto
Início dos cursos - 1 de Outubro

informações| Site ICS

Enquadramento:
Apesar do maior conhecimento do comportamento humano na doença e de todos os progressos tecnológicos, o número de doentes com feridas é cada vez maior.
Este facto resulta exactamente dauqelas duas permissas. Quer uma, quer outra têm contribuido para o aumento da idade média da população e para uma maior possibilidade de recuperação de acidentados. Se a primeira é responsável pelo aparecimento de maior número de doenças cardiovasculares, pulmunares e diabetes, aumentando a frequência de úlceras de perna e de pé diabético, não é menos verdade que a segunda conduz a uma maior sobre-vida de doentes com saquetas, paraplegia e hemiplegia, vítimas posteriores do aparecimento de úlceras de pressão.
Este aumento do número de doentes com feridas conduz, obviamente, a um aumento de custos directos e indirectos resultantes do tratamentop que é necessárioefectuar e, ainda, a uma menor qualiadde de vida do doente e dos familiares.
Todas as medidas de prevenção e melhor orientação terapêutica dessas situações 
 
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APTFERIDAS
Associação Portuguesa de
Tratamento de Feridas
R. Álvares Cabral, Nº137-Sala 21
4050-041 PORTO
Tel: 222 026 725
Fax: 222 007 890


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